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segunda-feira, 4 de junho de 2007

Rules Compendium

Ok, ok. Concordo que por vezes os grupos se confundem com o emaranhado de regras (alternativas ou não) num sistema está com problemas para suportar tantos "updates", mas nem por isso o livro deixa de ser um caça-níquel como Magic Item Compendium foi. Previsto para outubro.

Maiores informações você pode encontrar aqui.

Prestige Classes Compendium, Classes Compendium, Feats Compendium...

quinta-feira, 31 de maio de 2007

Mais Monster Manual V...

A Wizards publicou mais alguns monstros que virão no MM5.

• Arcadian Avenger: Mais um extra-planar leal e bom. Pelo visto, ele luta com duas espadas longas e tem um ataque extra se acertar com ambas as armas.

• Verdant Reaver: Também conhecido por Cabeça-de-Brócolis, outrora um humanóide encantado por dríades, agora é uma planta grande.

• Carnage Demon: Um demônio bucha-de-canhão que ganha bônus no dano quando outros de sua espécie estão perto e tem uma CA baixa e poucos pvs.

Aqui temos também um monstro novo do MM5, o Greenspawn Zealot, mais para aquela categoria de "dragões" bizarros que apareceram no MM4.

segunda-feira, 14 de maio de 2007

Complete Champion outra vez...

A Wizards publicou uma entrevista com um dos responsáveis pelo Complete Champion. Pelo o que ele diz, espere as combinações estranhissimas de classes dentro de igrejas.

"All of the above. I'm really excited by the prestige classes and how they're presented. The groups the prestige classes are tied to are really compelling and well designed. I wish I could say I'd been part of writing that chapter! Many of the prestige classes are accessible by non-divine characters. In a couple of cases, we also tied more than one prestige class to the same organization (which in turn is tied to one or more churches). So the fist of the forest, forest reeve, and holt warden are all members of one organization, the Guardians of the Green, but they're all vastly different. We thought it would be cool if more than one member of an adventuring party could be members in an organization, but pursue its goals in vastly different ways.

My favorite group is probably Pelor's Shadow Guard, and the shadowspy and shadowstriker prestige classes tied to it. The idea of the god of the sun having, basically, a secret service really makes me happy. This group just really does things to the interaction between the churches of Pelor and Heironeous that makes them more real for me. This group is going in my next campaign."

Complete Wild, Complete Wild...

domingo, 13 de maio de 2007

D&D 4ª Edição

Aqui vai um link de um artigo, em inglês, falando sobre D&D 3.5 e 4.
Este é o link de um dos fóruns que os desenvolvedores da Wizards visitam e falam sobre D&D 4.

Acredito que fundamentos existam para criticar o sistema, não só pela mudança de 3.0 para 3.5, que teve um risco potencial de falir a Wizards, mas sim por um sistema rígido que ainda conta com níveis de personagem e não dá tanta chance à interpretação.

O D&D 3.0 foi lançado quando o sistema d20 dava seus primeiros passos e ainda era bem rústico. Prova disso são os novos suplementos de D&D que trazem regras complementares (Complete Scoundrel como exemplo), além de outros produtos da linha d20; como d20 modern, que nos mostra também o teste de resistência médio e sistema de reputação e defesa por classe. De lá pra cá, o sistema está abarrotado de regras "opcionais" que melhoram o jogo mas que estão espalhadas pelos muitos suplementos.

A diferença de organização nos livros dos monstros por exemplo é gritante: Enquanto que no MM1 havia pouca informação adicional sobre monstros além dos dados de combate, no MM4 temos textos descritivos muito mais elaborados, típicas estratégias de combate e uma tabela de conhecimento sobre as criaturas. Isso é o suficiente para falarmos em D&D 4? Não. Mas é com certeza uma discrepância qualitativa entre o próprio material da Wizards.

Outro "problema" é o excesso de material. Existem muitas classes básicas, classes de prestígio, talentos e magias que, apesar de enriquecerem o sistema, trazem o problema da complexidade desnecessária. Um clássico exemplo de classe básica deslocada é o Dragon Shaman do PHB2. Ela é realmente diferente das outras e traz, para variar, novas mecânicas. Não seria melhor ela ter sido então uma classe de prestígio? Da mesma forma temos hexblade, spellthief e etc. Outro exemplo é Duskblade do PHB2: Esta classe básica inutilizou Eldritch Knight, que apesar de servir para ter lista de magias de magos, feiticeiros e etc, era mais fraca e servia ao mesmo propósito: Bater. Isso sem falar nas mecânicas distintas de Warlock, Shadow Mage entre outras coisas.

Depois que joguei Storytelling fiquei impressionado como D&D é rígido quanto às perícias. Você não pode intimidar uma pessoa trocando carisma como atributo-chave por força, mesmo que seu personagem quebre uma mesa com a mão nua numa briga de taverna. Na verdade, você talvez possa, pois existem talentos que permitem o personagem usar outro atributo, mas vai um detalhe: o novo atributo vale para todas as ocasiões. Em Storytelling por sua vez, o atributo a ser utilizado é definido pela situação e o personagem não gasta nada com isso.

Até mesmo em interpretação D&D tem seus graves empecilhos. A começar pela tendência que reduz a capacidade interpretativa do drama do personagem. O relativismo moral não existe: O dragão vermelho é maligno, um demônio também. Claro que mestres podem alterar a situação criando um dragão vermelho caótico e bom, mas a questão é que ser caótico e bom exclui a possibilidade do dragões fazerem maldades apenas para se divertir ou de sentir prazer em ver a desgraça alheia. Outro problema é a falta de ferramentas sociais. Temos o carisma, um par de perícias e só. Sabedoria e inteligência são atributos mentais e o resto é físico, ou seja, temos uma visão de importância dos atributos em D&D:

3 físicos
2 mentais
1 social

Enfim, a Wizards sabe que apostou muito na mudança de 3.0 para 3.5 e não vai lançar D&D 4 tão cedo. Muitos perderam o gosto pela compra de livros depois da troca necessária e tantos só realizarão outra se perceberem que o material novo será bem diferente.

terça-feira, 8 de maio de 2007

Monster Manual V

"Mais um?!" É... Ele está chegando em julho. Torçamos para que a Wizards reduza a quantidade de monstros toscos que deixamos de lado em nossas aventuras.


De acordo com o site da Wizards, esse livro promete ao menos uma coisa muito interessante:

"You know what you can't have too many of? Monsters. (This opinion, of course, skews slightly from the DM's perspective.) This is 224 pages of new challenges to overcome, in the form of things that want to kill your characters. (Though, I'm sure there are one or two critters that're PC-friendly in there. Probably.) As you'd expect, MMV offers new monsters, variations of existing creatures, sample encounters, maps of monster lairs, and tactics sections to help DMs make the most of the more-complex critters. (And, for those who call the Forgotten Realms or Eberron home, there's information for a number of monsters, describing where they're most likely to be encountered.) I'm hoping to get a copy of this thing for next month too, but until then, you can check out the back cover text.

The Darkest Dungeons of Your World

Just Got a Little Darker

This supplement for the Dungeons & Dragons roleplaying game presents more than a hundred monstrous foes to challenge even the toughest heroes, including draconic masterminds, demonic horrors, vengeful fey that haunt ancient ruins, and mind flayers driven mad from their journey beyond the planes. This book also provides powerful, ready-to-play varieties of popular monsters such as the hobgoblin, the kuo-toa, and the vampire, saving Dungeon Masters precious time at the game table.

In addition to scores of new monsters, this tome features sample encounters, easy-to-follow tactics, and guidance for integrating these new creatures into any D&D campaign setting.

Imaginando o pior, penso em vampiros com níveis de personagens para que o DM não perca tempo fazendo tudo manualmente, como fizeram com gnolls e ogros antes. Agora, com esperanças, espero que façam com vampiros o que fizeram com os trogloditas em outro MM, aonde criaram várias sub-raças diferentes e dividiram em tribos.

Hmmm, sempre quis jogar com um bárbaro gangrel...

Complete Champion

Caso os caros leitores não saibam, o próximo complete tratará da parte religiosa de D&D, lidando com o aspecto espiritual que, apesar de muito presente na forma de band-aid, deveria ser tratado com mais importância.



Com quase certeza de que sairá nos moldes de Complete Mage e Scoundrel, apostem em novas classes de prestígio, talentos, magias, itens e regras alternativas para paladinos, clérigos e favored souls.
A Wizards disponibilizou uma parte do material para download, além de várias ilustrações do novo livro. Aqui também temos material disponível com maior facilidade de acesso.

Eu chuto que ainda lançarão um "Complete Wild" da vida...

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